São 22h e alguém tem uma pergunta. Ela responde.
Esta é a Sofia, a recepcionista da Gomio. Ela atende a qualquer hora, responde sobre os nossos serviços, anota quem falou com ela e por quê, e registra o contato para uma pessoa retornar quando é caso de pessoa. Fale com ela agora e veja, do lado direito, o que ela decidiu e por quê. Porque quem decide não é a inteligência artificial: é uma regra que a gente escreveu, e que você pode ler.
Só para quem tem número dos Estados Unidos. A linha é americana e atende em inglês. De outro país, a ligação é internacional e a sua operadora pode bloquear ou cobrar: fale pelo navegador. As decisões de uma ligação não aparecem nesta tela.
Escolha o que dizer para a Sofia.
Cada opção abaixo é um caso real, testado automaticamente toda vez que mexemos no sistema. O que aparece à direita é o que ela decidiu de verdade, e não uma animação da página.
Ou escolha uma fala pronta. Cada uma é um caso real, e as de recusa são o que a Gomio não vende, nem se você insistir.
Nada decidido ainda.
Cada decisão que aparecer aqui mostra qual regra a produziu, quanto ela custou e o quanto a agente tinha certeza. Nenhuma delas foi tomada pela inteligência artificial.
Todas custaram zero: decidir não passa pela inteligência artificial, e o que não passa por ela não gasta. O que custa é a frase que a Sofia fala depois, e isso é voz, não decisão.
O que acontece entre você falar e ela responder
Quatro peças participam de uma conversa. Só uma tem permissão de decidir alguma coisa, e não é a inteligência artificial. É isso que faz a resposta de hoje ser igual à de amanhã.
A regra decide sozinha. Se está no horário, o que ela não responde, se o telefone que você ditou é válido, qual a próxima pergunta: tudo isso sai de uma regra escrita por gente. A mesma pergunta produz a mesma resposta hoje e daqui a um ano.
A inteligência artificial só escolhe as palavras. Ela recebe a decisão já tomada e monta a frase. Se ela sair do ar, ficar cara ou inventar coisa, o que a sua empresa aceita fazer continua igual.
O que muda no seu bolso
Quando quem decide é a inteligência artificial
- A mesma pergunta recebe respostas diferentes em dias diferentes.
- Quem pede desconto com jeitinho, às vezes consegue. A instrução de não dar preço é texto, e texto se negocia.
- Trocar de fornecedor de IA obriga a reescrever e retestar tudo.
- Conferir é ler transcrição e torcer.
Quando quem decide é a sua regra
- A mesma pergunta produz a mesma resposta sempre. Se um dia deixar de produzir, quebra no nosso teste antes de chegar em você.
- Preço fechado não sai por insistência. A regra é uma condição verificada antes de a frase existir, e não um pedido de bom comportamento.
- Trocar de fornecedor de IA muda como a frase soa, e não muda o que a sua empresa aceita fazer.
- Conferir é abrir o registro e ler qual regra decidiu o quê, com o custo de cada uma ao lado.
As regras que decidiram o que você acabou de ver
Não é uma lista de exemplo. É o conjunto que produziu as decisões que você acabou de ver, lido do mesmo arquivo que a Sofia usa para atender. As de decisão da Gomio mudam num arquivo, sem reprogramar nada. As que vêm de série protegem o produto, e nenhum cliente pode desligar.
Além destas, ela também conferiu cada dado que você deu (nome, telefone, motivo) para ver se era um valor válido. São conferências iguais, e repeti-las aqui encheria a tabela; elas aparecem uma a uma no registro da conversa.
A mesma recepcionista, noutro negócio
De um negócio para outro muda um arquivo: o nome de quem atende, o horário, as perguntas que ela responde e o que ela não faz. O sistema por baixo é exatamente o mesmo, inclusive esta tela, que é a mesma do começo da página.
Escolha o que dizer para a Rita.
As falas abaixo são as que um cliente de oficina costuma trazer.
Cada botão é um caso real, testado automaticamente. O que aparece à direita saiu do sistema, não da página.
Nada decidido ainda.
Cada decisão que aparecer aqui mostra qual regra a produziu, quanto ela custou e o quanto a agente tinha certeza. Nenhuma delas foi tomada pela inteligência artificial.
Todas custaram zero: decidir não passa pela inteligência artificial, e o que não passa por ela não gasta. O que custa é a frase que a Rita fala depois, e isso é voz, não decisão.
Aqui não tem microfone, e o motivo é honesto: cada atendente roda com a configuração de um negócio por vez, então a linha ao vivo é sempre a da Gomio, lá em cima. O que estes botões mostram saiu exatamente do mesmo sistema.
No seu negócio, o que muda são as perguntas que ela responde e o que ela recusa, e isso sai de uma conversa, não de um formulário. Conte como é o atendimento do seu negócio hoje.
O que você falar não fica guardado
No lugar da sua frase, guardamos só uma impressão digital dela: um código que não dá para ler de volta. Serve para provar, depois, que foi aquela frase que gerou aquela decisão; não serve para ninguém descobrir o que você disse. Esta tela é pública, e a escolha foi feita antes de a tela existir.
impressão digital da fala 11341ead6ea031f6dea3e03380c69a70d43a31a247b61672e3b709be731580fdQuer ver isso no seu negócio e no seu sistema?
O primeiro passo é o Diagnóstico de Automação: a gente abre os seus sistemas e testa, de verdade, se dá para a conversa virar registro neles. Custa R$ 3.900 e é descontado do projeto se você fechar em até 30 dias.
Ou escreva para contato@gomio.com.br. Se preferir continuar ouvindo, a Sofia atende aqui a qualquer hora.